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Escrito por Idelmário MSTS   
27-Ago-2007

MSTS Em setembro de 2002 após eleições democráticas para a renovação da diretoria do CONSELHO DE MORADORES DE MUSSURUNGA, a chapa encabeçada por Jhones Bastos, Frank (irmão do Deputado Yulo) e Adriana, vencem as eleições. A direita articulada através do Vereador Silvoney Sales, se nega a ‘’entregar’’ a sede da entidade, motivo pelo qual, resolvemos ocupá-la durante 42 dias, sofrendo a partir daí todo tipo de pressão: expulsão da entidade com uso de força policial, pancada de p -2, lotado na Prefeitura durante administração do gestor anterior etc. Processo de resistência que se entende até o final de 2002. Em junho de 2003 algumas famílias sem perspectiva de moradia, ocupam um terreno no Km 12 da Estrada Velha do Aeroporto e após repressão violenta por parte do Estado e Município, entram em contato com os dirigentes do referido Conselho de Moradores, que imediatamente disponibiliza alguns diretores, dentre eles, o presidente do Conselho de Moradores e atual coordenador Estadual do MSTS, Jhones Bastos, para apoiar a luta de resistência. Após 03 ações de repressão aos ocupantes, Jhones Bastos faz contato com a COMISSÃO DE CULTURA DA PAZ E COMBATE A VIOLÊNCIA, que disponibiliza dois de seus ex-assessores (Idelmário Proença e Pedro Cardoso), para darem assistência aos ocupantes do terreno.

Nasce a partir dê 02 de julho de 2003 o MSTS que compõem uma coordenação e aprova nova estratégia de luta, dentre estas a ocupação de um Prédio no Centro da Cidade, (prédio da antiga Rede Ferroviária Federal no Comércio em agosto deste mesmo ano) como forma de dar visibilidade ao Movimento, e desviar a atenção da repressão na Estrada Velha do Aeroporto, oportunidade em que é ocupado o primeiro prédio sem fim social, sob a coordenação de Idelmário Proença.

Posteriormente uma onda de ocupações é deflagrada pela Cidade e Estado, totalizando 37 imóveis, dentre os quais, 20 são mantidos até a presente data. Após o ‘’racha’’, atualmente somos maioria dos coordenadores e dos acampamentos, (26 dos 36 coordenadores entre Estadual e Municipal), que ao notarmos a direção equivocada e sectária dada pela APS/P-Sol, nos desligamos desta corrente e Partido entre os meses de junho e julho do ano de 2006. Desligamento este, que não ocorreu antes de buscarmos estabelecer de forma franca e fraterna o debate sobre nossas divergências e o conseqüente isolamento político que nos encontrávamos, manifestados através de diversos documentos encaminhados a Direção Estadual da APS desde o meado do ano de 2005. Além de outros documentos que questionavam a postura de alguns militantes da APS, ligados ao MSTS, particularmente a postura de Pedro Cardoso, Dinho e Ana Vanesca. Todavia, os debates propostos eram adiados quando não subjugados.
No plano imediato buscamos organizar a comunidade dos Sem Teto no sentido da conquista das casas de forma coerente e responsável. Nosso principal instrumento de pressão são as ocupações em imóveis sem finalidade social, pois entendemos que a solução para a grave crise habitacional, (600 mil unidades em nosso estado), passa necessariamente pela pressão social sob os governos independentes de agremiação partidária, pois entendemos que sem esta prerrogativa não se conquista os objetivos imediatos e consequentemente não se acumula com a perspectiva histórica.

 

Somos 36 mil cadastrados em todo o Estadoda Bahia, sendo que três mil aproximadamente vivem nas 20 ocupações, tendo obtido como resposta imediata junto aos governos algumas unidades habitacionais conquistadas: 242 na Estrada Velha do Aeroporto; 100 Vila Valéria Setor B; 25 Vila Valéria Setor A; 295 Village da Lagoa em Valéria ( 85 para o Português, 40 para a Toster, 70 para o Lobato, 100 a ser dividida entre os acampamentos mais antigos); 50 para os ocupantes da Barreto de Araújo, 10 para o Edifício Sampaio; 200 em Pirajá;  140 em S. Francisco do Conde e  200. Resultado considerado tímido frente ao déficit habitacional e as demandas do MSTS/MSTB. Razões pelas quais, estabelecemos como meta mínima para o ano de 2007 a conquista de 2 mil unidades habitacionais. A serem construídas nos terrenos da antiga Rede Ferroviária Federal, localizado no bairro da Calçada, onde temos três galpões ocupados.    

 


 
Atualizado em ( 30-Set-2008 )
 

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